sexta-feira, março 28, 2008

Por uma educação de verdade!



É difícil falar em como nos sentimos derrotados quando vemos que por mais que nos dediquemos, nos entusiasmemos com alumas experiências exitosas, de repente acabamos achando que estamos perdendo a guerra. Porque, na verdade, é uma guerra mesmo!
Ver que perdemos alguém tão importante para a Educação como João Francisco por causa da falta de justiça social que temos em nosso país não só nos entristece, como nos revolta e nos desanima.
Mas não devemos desistir. Vamos perseguir o sonho de João, de Paulo, de Anísio, de Florestan, de tantos e tantos que morreram buscando realizar seu sonho: ver o povo educado, digno, consciente!
É João, vamos sonhar e lutar também por você daqui por diante!

domingo, março 23, 2008

entusiasmo em Educação


Como é legal ver as pessoas entusiasmadas com a educação!
Na última aula, com meus alunos de Didática (alunos de Educação física, história, geografia, artes plásticas e cênicas) fiquei muito feliz!
Eles tinham se preparado pra apresentar 'sua parte' em 20 minutos. Ficamos discutindo 1h30...
Discutimos sobre experiências exitosas, situações difíceis, alegres, conflitantes...
Essa é nossa Educação. Essa é nossa escola.
Sinto-me feliz em vê-los empolgados em discutir propostas para uma mudança e não apenas em reclamar da situação que constatam.
É isso aí, turma!
Essa é a essência da formação de nossa identidade: interagir, debater, procurar soluções, saídas, e... também agir!
Nao fiquem parados com uma idéia na cabeça. Façam funcionar.

segunda-feira, março 03, 2008

Cabo Verde: descobrindo a terrinha...


Estive em Cabo Verde para uma missão de formação de professores para Educação a Distância. Experiência inesquecível que quero compartilhar com vocês.
Cabo Verde é um arquipélago formado por 10 ilhas, destas 9 habitadas e mais 8 ilhéus, localizado na costa do continente Africano. O país possui uma extensão territorial de 4033Km2.
Como o Brasil, Cabo Verde também foi colonizado pelos portugueses. Entretanto, diferentemente do nosso país, o arquipélago africano conseguiu sua independência republicana apenas em 1975 e sua relação com o ex-colonizador ainda é bastante estreita.
A língua mãe (Criolo) não é ensinada nas escolas, mas resiste bravamente à língua portuguesa. Esta sim, língua ensinada nas escolas cabo-verdeanas. O cidadão cabo-verdeano fala criolo em todas as situações chamadas ‘não-formais’, mas toda a linguagem escrita e a falada nas situações sociais ‘formais’ é a língua portuguesa. Além da forte presença de portugueses nas ilhas, sua capital, a ilha da Praia, é lotada de estrangeiros. Não se anda pelo Platêau (parte plana da cidade) sem encontrar pelo menos duas lojas de proprietários chineses em cada rua. O mais difícil é achar locais que comercializem produtos nacionais. Quase tudo é importado em Cabo Verde, inclusive a maior parte da programação televisiva. A cidade parece estar em construção. Além dos vários prédios em construções em todos os lugares da ilha, propagandas de imobiliárias e construtoras pululam nas propagandas de out-door, jornais, revistas e televisão. Chineses, americanos, europeus invadem o país em busca de oportunidades que não se sabe se estão disponíveis também para os nativos.
As ruas estão sempre cheias. As pessoas alegres, bonitas e receptivas, muito parecidas com os brasileiros, lotam as ruas estreitas. Também há muito carros, novos e caros, demonstrando a grande efervescência econômica da região. As crianças são as que mais chamam atenção, com seus uniformes cinzas estão sempre a entrar ou sair das escolas. Cabo Verde aderiu ao Tratado de Jomtien e implementou uma reforma do Ensino Básico, passando-o de 4 para 6 anos, tornando o seu acesso universal. Com isso, o Ensino Secundário passou a sofrer uma enorme pressão, tendo de ampliar sua infra-estrutura e quadro docente, a ponto de recorrer à um projeto de cooperação com Portugal para o envio de docentes que suprissem as necessidades decorrentes dessa pressão.
Sendo assim, o ingresso no Ensino Superior também está a demandar ampliação. Diante disso, e por ser um arquipélago, a Educação a Distância é uma saída excelente e menos cara para a democratização do Ensino Superior nas diversas ilhas do país.
Os professores, então, do Instituto Superior de Ensino (ISE), estão empolgados e acolhem a idéia da EAD com naturalidade, mas não sem um pouco do preconceito natural de quem ainda não detém de todas as informações sobre a EAD na contemporaneidade. Mas, assim que se discute e se ampliam as informações sobre as possibilidades pedagógicas desta modalidade de ensino, o compromisso e a vontade de ampliar as condições sociais e educacionais de seu povo são mais fortes que os preconceitos, que passam a ser substituídos por conceitos mais substancialmente apropriados e adequados à realidade daquele país e da sociedade como um todo.
Apesar de não ter tido tempo para conhecer a cidade, mas, conhecer as pessoas que conviveram comigo nesta semana foi uma experiência inesquecível, tanto para minha experiência profissional como pessoal.

sábado, fevereiro 23, 2008

Luis Gonzaga - O rei do Baião (clique aqui)


A dança que Luiz Gonzaga ensinou

"Eu vou mostrar pra vocês
como se dança o baião
e quem quiser aprender
é favor prestar atenção"
(Baião, Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira, 1946)


Como outros gêneros, o baião designou inicialmente um tipo de reunião festeira dominada pela dança. O folclorista Câmara Cascudo o associa aos termos "baiano" e "rojão". Este último seria o pequeno trecho musical executado pelas violas no intervalo dos desafios da cantoria. Quem imprimiu o formato urbano (e portanto pop) ao gênero foi o sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga do Nascimento (1912-1989). Imigrante pobre no começo da década de 40, Gonzaga passava o pires nos bordéis do Mangue carioca enquanto tirava na sanfona valsas, sambas e serestas de sucesso na época. Estimulado por frequentadores conterrâneos anexou a seu repertório "coisas do sertão", entre elas o baião. Com o primeiro parceiro o fluminense Miguel Lima compunha mais mazurcas, calangos e ritmos adjacentes. Associado ao compositor e advogado cearense Humberto Cavalcanti Teixeira (1916-1979) obteve o respaldo poético telúrico que lhe faltava. Mas Teixeira admitia que a idéia tinha sido do parceiro. Em depoimento ao pesquisador Miguel Angelo de Azevedo, o Nirez, reproduzido no livro Vida do viajante: a saga de Luiz Gonzaga, de Dominique Dreyfus (Editora 34, 1996), ele garantiu que Gonzaga planejou meticulosamente o lançamento nacional do baião, junto com outros gêneros nordestinos.

O ritmo binário do baião, vestido por melodias dolentes muitas delas em modo menor, foi devidamente estilizado, amaciado para o paladar urbano pelo sanfoneiro. Antes dele, o cearense Lauro Maia (Teles, 1912-1950), autor entre outros do sucesso Trem de Ferro, gravado por João Gilberto, fez a primeira tentativa de emplacar um gênero nacional a partir do nordeste, através do balanceio, gravado com algum êxito pela dupla Joel e Gaúcho (Marcha do Balanceio) e dos Vocalistas Tropicais (Tão Fácil, Tão Bom).

Fonte: http://www.reidobaiao.com.br/baiao

Manguebeat - do Recife para o mundo (clique aqui)

Manguebeat (também grafado como manguebit ou mangue beat) é um movimento musical que surgiu no Brasil na década de 90 em Recife que mistura ritmos regionais com rock, hip hop, maracatu e música eletrônica.

Esse estilo tem como ícone o músico Chico Science, ex-vocalista, já falecido, da banda Chico Science e Nação Zumbi, idealizador do rótulo mangue e principal divulgador das idéias, ritmos e contestações do Manguebeat. Outro grande responsável pelo crescimento desse movimento foi Fred 04, vocalista da banda Mundo Livre S/A e autor do primeiro manifesto do Mangue de 1992, intitulado "Caranguejos com cérebro".

O objetivo do movimento surgiu de uma metáfora idealizada por Zero Quatro, ao trabalhar em vídeos ecológicos. Como o mangue era o ecossistema biologicamente mais rico do planeta, o Manguebeat precisava formar uma cena musical tão rica e diversificada como os manguezais. Devido a principal bandeira do mangue ser a diversidade, a agitação na música contaminou outras formas de expressão culturais como o cinema, a moda e as artes plásticas. O Manguebeat influenciou muitas bandas de Pernambuco e do Brasil, sendo o principal motor para Recife voltar a ser um centro musical, e permanecer com esse título até o momento.

Com o surgimento de várias bandas no cenário recifense, gravadoras como Sony, Virgin e outras famosas, deram início a uma contratação de bandas que se incluíam nesse cenário Mangue.

Notáveis bandas do gênero manguebeat incluem Mundo Livre S/A, Mombojó, Cordel do Fogo Encantado e Nação Zumbi.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Manguebeat

domingo, novembro 18, 2007

Nós e a tecnologia

O que é tecnologia? Esta é uma palavra que está sempre presente no nosso dia-a-dia. Você já parou pra pensar no que ela significa?
Imaginemos que você está passeando por uma praia deserta. Nada de trabalho, nada de telefones tocando, trabalhos para digitar no seu notebook de última geração, cálculos para realizar na sua calculadora científica, nada disso... só você e a natureza... nada de tecnologia entre você e a natureza... Mas... e esse traje de banho de tecido sintético com tecnologia para diminuir a influência dos raios solares? Esse óculos, última moda, com anti-reflexo e protetor de raios ultra-violeta? Esse tênis básico que amortece o impacto da sua caminhada? Sem contar o bloqueador solar que você passou em todo o corpo para se proteger dos raios solares... e eu nem vou falar daquele esmalte com vitamina E que você passou para fortalecer as unhas... está bem, está bem... Vamos voltar para sua caminhada na praia: só você, a natureza... e a tecnologia!

quinta-feira, setembro 27, 2007

Helpdesk (clique aqui para ver este vídeo)

Oi pessoal,

vejam este vídeo sobre como nos deparamos com uma nova tecnologia.
Será que seríamos tão inocentes assim?
É muito legam, vejam e comentem.